Prato do Dia: Fox Rei da Cachupa, em Lisboa

É uma experiência total, que promove a relação entre os clientes e a cozinha do restaurante”. É assim o LOCO, restaurante com uma estrela Michelin, que o chef mantém, sem nunca vacilar nos princípios que ali o levaram. Sem menu, sem regras que não as próprias da casa e apenas com produto português de produtores cujo percurso e trabalho Alexandre Silva conhece bem. O italiano da região de Bérgamo Silvio Armanni, ex-chef executivo do Octavium, em Hong Kong, com uma estrela Michelin, é quem assume as rédeas na cozinha, mas aqui sem pretensão ao estrelato.

– Museu do Tesouro Real

A lista de pratos que te vamos apresentar em baixo são uma pequena amostra da diversidade culinária que Lisboa tem para oferecer, desde os clássicos sabores do bacalhau até às sobremesas tradicionais como os pastéis de nata. Andar de elétricoÉ um meio de transporte comum para os lisboetas, mas também uma das melhores maneiras de viajar pelos bairros históricos. Lisboa é uma cidade em constante mutação, e o bairro ideal de hoje pode ser o epicentro de uma nova tendência amanhã.

– Jantar no Galeto depois de um jogo do Benfica ou do Sporting

São cerca duas dezenas de opções, mas nem só de pizza se faz a história deste restaurante. Os preços já são difíceis de encontrar e isso ajuda também a explicar o sucesso da casa. A grelha a carvão, plantada à janela direita de quem entra, é a oficina da melhor parte de uma ementa que vai rodando em dias mais ou menos fixos. E depois ainda há o ambiente do espaço, a música e os vinhos fora da caixa. Em 2024, continua a valer a pena reservar mesa por aqui, quanto mais não seja para ver o que chef anda por ali a fazer – e ele bem sabe o que faz. Quando por lá andou, Alfredo Lacerda escreveu ter saído em extâse e no final de 2022 não foi difícil decidir que o Tricky’s conquistaria o título de restaurante do ano.

Opiniões de visitantes sobre BOA-BAO

Não é possível falar da gastronomia japonesa em Portugal sem se referir Paulo Morais, decano da cozinha oriental. O dinossauro deu lugar ao dragão, a decoração respira motivos asiáticos, e a cozinha, aberta, faz chegar sabores de todo o continente. Quanto à comida, há muito por onde escolher, doses pequenas e várias, a pedir uma partilha ao balcão. De forma curta, e simplista até, podem definir-se como sítios onde se serve comida para acompanhar a bebida.

Panteão Nacional

O RePotzalia, de Sandra Ruiz – mais conhecida como a “deusa boaboa.pt do pozole”, um caldo de milho tipicamente mexicano – é maior em espaço e na diversidade dos pratos de origem maia, mexicana, perepecha e outras propostas regionais menos conhecidas. A carta, que funde qualidade e simplicidade, é servida em qualquer lado (restaurante ou camas de praia), a qualquer hora, destacando-se as pizzas de fermentação lenta. À semelhança do novo nome, a carta divide-se, assim, entre pratos de peixe e marisco, pratos cozinhados no fogo e “small bites”.

As melhores lojas para comprar a granel em Lisboa

José Margarido, crítico da Time Out, voltou lá nesta nova vida e percebeu que não. Quando em 2019 se soube que o Maravilhas ia mudar de casa, para umas portas ao lado, para poder crescer, temeu-se o pior. • Conhecer o projeto e esclarecer dúvidas; Com o objetivo de dar a conhecer os resultados alcançados na primeira fase do projeto e de convidar novos agrupamentos e escolas a integrarem a sua 2.ª fase, vimos convidar (lo/la/V. Ex.ª/Nome) para a Sessão de Apresentação do Vive na Boa, a realizar-se no próximo dia 21 de janeiro, pelas 14h30, nas instalações da Associação Humanidades. A procura de comida chinesa autêntica e regional aumentou a olhos vistos e já não é tudo acompanhado com arroz chau chau, com rebentos de soja lá pelo meio e com a banana fá si de sobremesa. Até porque a qualidade do peixe português é uma dádiva para os sushimen a operar em Lisboa, sejam eles mais tradicionais ou adeptos da cozinha de fusão.

  • Um site de encontros é um espaço online feito para conhecer novas pessoas, começar conversas interessantes e criar relações com significado.
  • É um bairro profundamente marcado pelo fado, pela cultura popular e pela forte presença de moradores antigos.
  • O café de Marrare, chamado Marrare das Sete Portas, tornou-se conhecido pelo seu excepcional bife preparado num estilo único que desde então se tornou um pilar da cozinha portuguesa, embora hoje em dia nem sempre seja referido como Marrare.
  • Trabalho alquímico de ingredientes e sabores, a proporcionar autêntico e intenso exotismo ao prato.

É nas pizzas brancas que fica aquela que leva o nome da casa com mozzarella, asiago e porcini. Para o Finória, trouxe o conhecimento de seis anos à frente do restaurante italiano Salti Vera Pizza, em Oeiras, entretanto fechado. Ajuda que o Rude, dos mesmos donos, dois números abaixo, se tenha estabelecido no bairro, mas não é só isso. A zona está em estado de sítio devido às obras que tomaram conta de Santa Apolónia, mas a verdade é que o Casanova se mantém de pedra e cal num cais aonde chegou quando só o Lux existia – hoje, tem até o dobro do espaço. Além do bacalhau, experimente o arroz de pato no forno e, para a sobremesa, o leite creme queimado.

“Pizzarias já há muitas, queríamos fazer algo diferente”, diz Tiago Jesus, do grupo de restauração familiar Alfredo Jesus, que além desta pizzaria gere outros negócios na cidade, como a Leitaria Lisboa ou a marisqueira Verde Mar. A sugestão vai para a pizza à Bulhão Pato, inspirada no tradicional prato português de amêijoas; ou para a judas dos Açores, para os que são a favor do ananás na pizza. No primeiro há sabores como alheira, agrião ou paio de porco, no segundo há os suspeitos do costume, como queijos e carnes frias. Tanka Sapkota, o dono soube o que fazia quando decidiu fazer os dois menus, Alma Lusitana e Espírito Itálico. Regra geral, diríamos que seria de desconfiar de quem gosta de aportuguesar uma pizza. Depois de ter sido eleita este ano como a 12.ª melhor pizzaria da Europa, o Forno D’Oro destacou-se a nível mundial, ocupando a 73.ª posição.

É o novo projecto de entregas e de take-away da marca Mercantina e está a cargo de Rui Santos, o anterior chef do Miss Jappa. É o restaurante asiático que partilha o último andar com o TOPO, no Centro Comercial do Martim Moniz e reúne uma oferta gastronómica que vai desde os baos, aos pad thais, passando pelos ramens. Para melhorar a experiência, adicione o molho agridoce que vem juntamente. Saiba onde comer bao na cidade. Aliás, agora o mais difícil é escolher onde ir comer, entre novidades e sítios que já se tornaram clássicos – estamos aqui para ajudar. É uma das grandes tendências de street food à escala planetária e Lisboa não ficou indiferente aos pães recheados e cozinhados a vapor que vieram da Ásia.

A atenção recai sob as pizzas de fermentação lenta que saem da cozinha. Em Abril deste ano abriu o Veramente Pizza & Vino, um restaurante tipicamente italiano, que serve pizzas, enchidos e vinho italiano. Deixe espaço para a sobremesa, do guloso tiramisú ao bolo de chocolate, é tudo bom. O espaço é pequeno e os mais distraídos poderão até não dar por ele, mas que isso não seja isso impedimento para se descobrir a Sofi’ Pizza & Vinho, aberta na Travessa dos Remolares pelos donos do Jobim, no Príncipe Real. Com a pandemia o restaurante fechou e instalou-se no Bairro do Avillez. Com trufa, presunto, pesto de pistáchio, ou alcachofras, Rita convida-nos a comê-las com as mãos, como deve ser.

Se optar por cozinha portuguesa, o mais provável é assistir a uma sessão de fado enquanto degusta o seu caldo verde. Enquanto subimos no Elevador de Santa Justa, vemos a cidade encolher através do ferro fundido em filigrana, para nos depararmos com mais uma esplêndida vista 360º da cidade. O Teatro Dona Maria II ergue-se a norte e celebrizou o Rossio no teatro de revista à portuguesa. Podemos ficar por aqui para jantar, no food-court do Mercado da Ribeira, ou num dos restaurantes à beira rio do Cais do Sodré. Daqui ao Campo das Cebolas estão os nossos restaurantes favoritos para uma sardinhada de verão. O bairro medieval mais típico de Lisboa requer destreza para encontrar caminho por entre a multidão de turistas, mas subir e descer escadinhas de calçada portuguesa e ver o elétrico passar, ainda tem algo de castiço.

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